Nesta aula magna, o Dr. Eduardo Cambi e a Dra. Fernanda Las Casas demonstram como instrumentalizar o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero (Res. CNJ 492/2023) em suas peças processuais e decisões — convertendo teoria em técnica jurídica aplicada para blindar seus argumentos.
O paradigma da mera subsunção da norma ao fato, por anos suficiente, não mais responde à complexidade do Direito das Famílias. A dogmática tradicional revela-se insuficiente para resolver litígios permeados por assimetrias de poder, economia do cuidado e violência vicária.
Com a Resolução CNJ nº 492/2023, a perspectiva de gênero transcendeu a condição de sensibilidade do julgador para se consolidar como parâmetro objetivo de controle da fundamentação.
Na prática, uma tese, petição ou sentença que a desconsidere não é apenas anacrônica — é juridicamente frágil, suscetível a reforma e a questionamentos sobre a validade de sua própria estrutura argumentativa. A questão não reside na intenção do profissional, mas na ausência de uma metodologia técnica para aplicar este novo arsenal normativo com segurança e precisão.
Compreenda por que a análise de gênero é, hoje, conteúdo mínimo da decisão constitucionalmente adequada e um dever funcional de todos os atores do processo.
Aprenda a diagnosticar as assimetrias de poder e os estereótipos em um caso concreto (em temas como partilha, alimentos e guarda), antes que eles comprometam sua tese.
Domine a conversão da Resolução 492/2023 em capítulos de petição, quesitos de perícia e tópicos de sentença, com base em casos práticos.
Descubra estratégias para invocar o standard da máxima proteção da pessoa humana quando a norma formal se mostra insuficiente para garantir a justiça material.
Com Eduardo Cambi e Fernanda Las Casas, respondendo diretamente às suas dúvidas.
Que visam construir teses irrefutáveis e reduzir o índice de reforma de suas causas.
Que atuam na vanguarda da proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade.
Que buscam segurança e densidade na fundamentação de suas decisões à luz das novas diretrizes.
Que necessitam dominar o estado da arte do Direito das Famílias.
Ao confirmar sua vaga, você recebe o Autodiagnóstico: 5 sinais de que sua tese pode estar juridicamente frágil, para aplicar antes da aula.
Este conteúdo é uma síntese da obra e da experiência prática dos professores:
Eduardo Cambi e Fernanda Las Casas.
As vagas são estritamente limitadas para assegurar a profundidade do debate e a qualidade da interação. As inscrições serão encerradas ao atingir a capacidade máxima. Reserve sua vaga e posicione-se na vanguarda da prática jurídica.